<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980</id><updated>2011-07-07T21:59:40.847-03:00</updated><category term='Diário'/><category term='Oficina'/><title type='text'>Tesouro Letrado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-4151914628679057630</id><published>2008-12-02T20:56:00.007-03:00</published><updated>2008-12-02T22:58:02.232-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Uma rotina por ano</title><content type='html'>Desejara silêncio desde que acordara. Olhar para o espelho logo após três horas noturnas de sono não vinha sendo uma boa opção. A rotina, que se instaurava paulatinamente, acomodava, e não deixava brechas para que se pudesse mudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso ainda iria lhe matar, sabia. Mas o que se podia fazer? Era o que respondia sempre que olhava o despertador berrar pela milésima vez ao lado de sua cama e socá-lo ao ponto de desmontá-lo todas as manhãs. Também era rotineiro ter de consertá-lo. A habilidade de fazê-lo cada vez mais rápido, junto à mente matinalmente descoordenada, lhe fazia surgir pensamentos cada vez mais complexos e absurdos, como abrir uma pequena oficina de aparelhos eletrônicos ao lado de casa. Só não ria da idéia, que também se repetia, porque mover os músculos após tão pouco tempo de descanso era desperdício de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ia se banhar. Talvez a hora mais interessante do dia. Podia sentir como se a limpeza purificasse seu corpo e lhe renovasse parte das forças que escorriam pelo ralo, pelo vaso, ou por seus atos, todos os dias. Não importava quantas vezes tomasse banho, a sensação seria sempre a mesma. E só desligava o chuveiro caso a água pudesse escorrer por suas pernas e sutis curvas de maneira refrescante e livre. Confirmava isso como um triunfo ao se vestir: a roupa deveria deslizar pelo seu corpo como se fizesse parte dele. Caso contrário, voltaria ao banho até que fosse possível senti-lo. Esse era o motivo pelo qual acordava sempre mais cedo. Era simplesmente necessário cumprir esse ritual para que o dia pudesse ser considerado bom independente do seu desfecho. Um dia limpo, pelo menos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua limpeza esmiuçada era válida por dois dias. No terceiro, todo o ritual era minuciosamente repetido. E durante a data de validade o banho não era abolido, mas abreviado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tentava cuidar de sua alimentação. Apesar de ter aprendido com alguma mulher de sua família que o café da manhã é a refeição mais importante do dia, fazia sem muitas cerimônias. Procurava comer o que demandava menos tempo e assim mesmo fosse capaz de acalmar o estômago. Gostava de cereais, frutas, e, quando imaginava que o dia seria longo, comia pão. Preferia sucos a café, ou chocolate, mas eventualmente os escolhia, tentando fugir da rotina, mas sempre os preparando da mesma maneira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por mais que acordasse cedo e condensasse suas atividades matinais, sempre corria para o trabalho. Adorava dirigir, era o segundo melhor momento do dia. Requeria sua atenção. Não tinha problemas com o trânsito, poderia ganhar uma medalha por nunca ter causado ou sofrido um acidente, mesmo com os imutáveis atrasos, que se repetiam desde o seu ginásio. Chegava no horário, mas sempre correu para que isso acontecesse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentia-se livre sempre que passava pela rua levemente banhada de sol e com árvores falantes pelos ventos. Abaixava o vidro do motorista para que sentisse o cheiro e a brisa. Fechava logo depois. Estava indo tão rápido que o vento lhe incomodava, e quando pensava em ligar o som do carro, já estava no trabalho. Geralmente sem engarrafamentos, era bem cedo. Teria direito por mais alguma medalha pela pontualidade e competência, mas seu ânimo não lhe permitiria fazer com que o braço se movesse para isso, pensava. E ria. Procurava se recompor rapidamente - seu sorriso era questão de segundos, e a transição para o estado comum de seu rosto não era suave. O seu desânimo paradoxalmente transmitia seriedade, às vezes confundida com mau humor, ou brutalidade. Na verdade, apenas era uma pessoa incapaz de se mover, ou de se interessar por coisas que não coubessem em sua rotina, por mais que ansiasse por um acontecimento inusitado. Por mais que quisesse um dia chegar em sua sala, chamar o Ivan, e contá-lo a respeito de algo único. Beber café sem açúcar, e rir, e ouvi-lo. Ou sair para almoçar com Anya. Mas não sabia o que era almoço há mais de seis meses. E ter por perto, apenas por uma questão político-hierárquica, as pessoas com as quais gostaria de se associar, já não lhe incomodava, já se tornara comum. Às vezes era até bom, pensava. Relacionar-se com pessoas era mais perigoso do que com livros técnicos ou arquivos periciais. E não, não era parte de sua rotina. Incabível para alguém incapaz de dormir mais do que três horas diárias. Precisava apenas sentar-se, ligar o computador e retomar a busca que iniciara no dia anterior. Vlasi, seu único superior, iria chegar logo e lhe enviaria, juntamente com Ivan, para o próximo foco do caso em que trabalhavam. Sabia exatamente em quais minutos quebrados chamariam seu nome.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;─ Olga!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperava um bom dia, pelo menos. Mas isso não lhe assustara. Num ambiente onde a rotina não deveria existir devido à dinâmica, Olga tentara (e até conseguira) instaurar sua estabilidade, e já era capaz de considerar a falta de cordialidade do seu superior como comum. Só que a voz, que deveria ser rouca e máscula como a de Vlasi, era doce e parecia alegre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;─ Feliz aniversário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era Anya. Quem mais poderia lembrar do seu aniversário? Era sempre Anya que se recordava, e era sempre Anya que trazia o bolo de chocolate da padaria mais próxima. Nem ela mesma fazia questão de lembrar do próprio aniversário, já que o fato de alguém (Anya) lhe preparar algo "novo" lhe era sutilmente excitante, atiçava aquele leve desejo de mudança, que nunca lhe cabia, mas que desejava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;─ Mas dessa vez é de morango.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sorriu com os lábios sujos. Por quantos anos mais esse sabor se repetiria? Não sabia. E não se importava. Seria sempre diferente, afinal. E já era tempo de levá-la para um almoço, e tomar café sem açucar com Ivan.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-4151914628679057630?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/4151914628679057630/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=4151914628679057630&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/4151914628679057630'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/4151914628679057630'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/12/um-rotina-por-ano.html' title='Uma rotina por ano'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-778128541265759480</id><published>2008-12-02T19:01:00.010-03:00</published><updated>2008-12-02T20:04:48.218-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Atrasos agendísticos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Desde que &lt;a title="blog da profa. Eliana" href="http://www.oficinadeblogdaeliana.blogspot.com/"&gt;tia Eliana&lt;/a&gt; nos presenteou com as agendas, eu tenho escrito mais. Produzi bem menos do que eu desejava, é verdade, e vejo que bem menos do que eu anotei. Mas produzi mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho dado risada das anotações que fiz, e ficado impressionada como a técnica "escrever para não esquecer e depois desenvolver" funciona lindamente. A bagunça feita pelas idéias que Dee &lt;a title="artigo no blog da Dee" href="http://oficinadeblogdaalinedee.blogspot.com/2008/09/ai-bloqueios.html"&gt;ilustrou bem&lt;/a&gt; acaba agindo a nosso favor quando passamos a domá-las pelo simples fato de anotá-las.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca um projeto de blog me animou tanto, nem mesmo o de &lt;a title="Photografia Club" href="http://www.photografiaclub.blogspot.com/"&gt;fotografia&lt;/a&gt;, que chegou a ser indicado por um leitor numa revista de webdesign. Parece que esse tem muito mais da gente, e nunca, ninguém jamais foi capaz de me fazer usar uma agenda. Todas as minhas agendas eram iniciadas de maneira muito fofa e cuidadosa, mas não saíam do mês de janeiro, por mais que eu tentasse - tenho trauma de agendas e coleciono várias agendas fantasmas desde 2002. Mas essa tem um quê tão especial, é como se fossemos obrigados de maneira totalmente livre (?) a transceder o espaço, o tempo e as linhas apenas escrevendo. E mesmo que não escrevesse, a levava a todo lugar - e com certeza continuarei levando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E só agora me dei conta de que anotei muita coisa que gostaria de desenvolver e não desenvolvi, anotei muita coisa que gostaria que lessem, mesmo tendo uma vergonha terrível de expor meus textos. Ah, e foi com a agenda que eu aprendi a escrever em primeira pessoa, sim. Meu trauma declarado no primeiro dia de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, em nome do trauma superado e em nome desse presente inesquecível (o qual já citei a inúmeras pessoas como ato de heroísmo), declaro que reverterei os atrasos agendísticos, mesmo que seja necessário avançar pelas férias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tenho dito!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;---------------------&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Geeente, que absurdo, olha só uma das anotações:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5275324122192048706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 252px; HEIGHT: 400px" alt="Minha agenda preferida" src="http://4.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/STW3VtpOckI/AAAAAAAAABs/Vyeoo-pDIFs/s400/agenda.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%; align=left"&gt;Hahaha, adiantar o seminário era opcional tão logo que o professor passou. Precisamos melhorar isso, tsc tsc. Felizmente, as outras anotações eram inspirações para textos do blog, como "escrever sobre os loucos da Piedade" ou todas as outras idéias subitamente desenvolvidas.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-778128541265759480?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/778128541265759480/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=778128541265759480&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/778128541265759480'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/778128541265759480'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/12/atrasos-agendsticos.html' title='Atrasos agendísticos'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/STW3VtpOckI/AAAAAAAAABs/Vyeoo-pDIFs/s72-c/agenda.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-1183483637911283602</id><published>2008-11-22T13:31:00.003-03:00</published><updated>2008-11-22T13:37:53.843-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>As rimas infelizes</title><content type='html'>Sempre se comentou que sentimentos são muito complicados. Por mais dor, alegria e surpresas que se tenha nunca há o suficiente para que se possa acostumar e aprender.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deveria haver uma escola que os ensinasse. Dizem que a vida é a melhor escola que existe para criar, maturar e difundir os sentimentos. Mas sempre dá a impressão de que se aprende cada vez menos e de que sofre cada vez mais quando se sente, mesmo quando todos dizem o contrário e mesmo quando se acredita no contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sentimento parece ser sinônimo de sofrimento. Até rimam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E por mais que se reclame dos sentimentos e do sofrimento, o masoquismo não separa os dois. Parece ser gostoso sofrer, pode ser um motivo ao qual se preocupar, se lamentar e sentir pena de si, da maneira mais moribunda possível. Mesmo com a vida menos afortunada que exista, parece ser assim. Há necessidade de sofrer para se sentir “bem” quando se está bem. É, como se estar feliz e bem fosse um pecado, que não devesse durar muito tempo, para que se pudesse ter proximidade com os seres mais perfeitos, para que a dor cedesse à razão e assim se pudesse sentir são.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque sentimentos não são passíveis de esquecimento, mas de transformação. E essa transformação não depende da vontade do ser, mas do que pode lhe ocorrer – ou não. E que a sorte permita que todos os sentimentos rimados se transformem antes que a imundície de cada um se torne um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;______________________________&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:78%;" &gt;Texto escrito em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;22 de junho de 2008&lt;/span&gt;. Como as coisas se transformam, dentro de alguns meses. E nos tornam melhores, às vezes.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-1183483637911283602?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/1183483637911283602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=1183483637911283602&amp;isPopup=true' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/1183483637911283602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/1183483637911283602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/11/as-rimas-infelizes.html' title='As rimas infelizes'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-1069391074221495948</id><published>2008-11-03T01:26:00.005-03:00</published><updated>2008-11-03T01:37:51.511-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Manual Contemporâneo Dos Gêneros</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Capítulo 5: Aberrações&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc9933;"&gt;1.0 – Do gênero feminino&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Meninas... Mulheres... Fêmeas. Elas sempre têm essas preocupações. A cor, o modelo, a marca, a moda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que, como se sabe, menina sem essas preocupações não é menina. É uma... menina. É a que é chamada por “aquela menina”, seguido de um adjetivo esquisito qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que menina que não gosta de rosa é retardada e veio com defeito de fábrica – geralmente são as que se vestem de preto e usam drogas. Ou, mesmo que não gostem de rosa, se toleram as que usam saia (já as que não usam saia – nem rosa – terão adjetivos mais esquisitos devido à complexidade do seu ser).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto às que não usam salto, excetuando-se aquelas que não o fazem por problemas de saúde, têm problemas de estilo (&lt;em&gt;glamour&lt;/em&gt;). Por que salto é o que há em representação feminina (ora, é através dele que as mulheres demonstram sua superioridade em relação aos homens – há algum homem que saiba andar de maneira confortável [?]&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e elegante a 30 centímetros do chão? Uma mulher não usar salto é assemelhar-se a um homem e, logo, tornar-se inferior: retardação, idiotia e vácuo cerebral detectados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para as que rejeitam decotes a melhor opção é procurar a ajuda de uma &lt;strong&gt;mulher&lt;/strong&gt;. Afinal, mulher sem decote afasta o pretendente e, por conseqüência, atrasa o acasalamento. Até mesmo para as descuidadas, mostrar-se é sinônimo de fêmea, e as que não se sentem fêmeas não se mostram. Provavelmente por desvio de personalidade ou por comportamento anti-social crônico (mulheres que não se mostram não acasalam, bem como não dialogam, bem como não fofocam – fofocar é a atividade social feminina mais eficaz existente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A rejeição da maquiagem e adereços é um fator preocupante visto que nega preceitos básicos para exacerbar o feromônio fêmeo. Bem como a rejeição aos decotes, atrasa ou inibe completamente o acasalamento, tornando-as seres inválidos e inúteis socialmente (afinal, acabam por não movimentar parte da indústria mais lucrável da atualidade).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para anomalias mais complexas, ver &lt;em&gt;Abnormidades Fêmeas para Encarceramento&lt;/em&gt; (capítulo 12).&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cccccc;"&gt;______________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;*&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;Nota do Edit&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;r: ainda não se pôde provar com veemência a confortabilidade de tais práticas.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999999;"&gt;Tássia Pellegrini - modo ironia [ x ]on [ ]off&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-1069391074221495948?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/1069391074221495948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=1069391074221495948&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/1069391074221495948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/1069391074221495948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/11/manual-contemporneo-dos-gneros.html' title='Manual Contemporâneo Dos Gêneros'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-5433843106325796385</id><published>2008-10-26T23:36:00.001-03:00</published><updated>2008-10-26T23:38:16.353-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>As pessoas mudam</title><content type='html'>As pessoas mudam. E como mudam. De maneira inacreditável, mas nunca irredutível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez nunca mudem sua essência, mas, quem é que conhece a essência das pessoas, afinal? Sempre me assusto quando as pessoas mudam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez as pessoas não mudem, se descubram. E descobrimos que somos capazes de muitas coisas. De coisas que talvez nem fossemos capazes mesmo, mas de fato descobrimos que mudamos o suficiente para nos tornarmos capazes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confuso isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas as pessoas mudam, sim. E eu torcerei sempre para que mudem. Para que, quando mudarem para melhor, enxerguem e inspirem outras. E para quando mudarem para pior, que aprendam com os erros, como diz a regra geral, e não se exemplifiquem a terceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para que possam, quem sabe, aprender um pouco mais sobre si.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-5433843106325796385?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/5433843106325796385/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=5433843106325796385&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/5433843106325796385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/5433843106325796385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/10/as-pessoas-mudam.html' title='As pessoas mudam'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-8108031222781848479</id><published>2008-10-24T01:03:00.003-03:00</published><updated>2008-10-24T01:14:17.159-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Alaga-me, chuva.</title><content type='html'>&lt;p&gt;Os dias de chuva são dias diferentes. Independente de onde ou como, são diferentes. São diferentes até onde se chove sempre. Para quem os odeie ou para quem não os diferencie, são diferentes.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;São sublimes, são nostálgicos, são únicos. Às vezes tristes, às vezes muito tristes. Às vezes apenas melancólicos. Sonolentos. Paralisantes. Frios. Frios até quando não se tem frio.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Felizes mesmo quando não encontram o sol. Conectores, mesmo com toda a idéia de solidão. Nos dias chuvosos sempre desejamos estar com alguém, nem que esse alguém seja si próprio. Inspiradores. Dualistas. Sentimentais.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que o sol tenha misericórdia, mas os dias chuvosos são os mais bonitos (desde que não prestemos atenção aos noticiários).&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-8108031222781848479?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/8108031222781848479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=8108031222781848479&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/8108031222781848479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/8108031222781848479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/10/alaga-me-chuva.html' title='Alaga-me, chuva.'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-1232058185859568928</id><published>2008-10-24T00:42:00.002-03:00</published><updated>2008-10-24T01:01:12.031-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Chronus</title><content type='html'>&lt;p&gt;Olhando um pouco para trás, percebo como as coisas mudaram. Parece que as mudanças não acompanham o ritmo da percepção, e, quando nos damos conta, perdemos muitas coisas que estavam ali, nos esperando, mas que simplesmente não percebemos. Talvez pelo tempo, que passa rápido, que se esvai rápido.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ultimamente tem sido assim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cuidar bem do tempo nunca foi meu forte. Quando eu o tinha em abundância não sabia o que fazer com ele. E o desperdiçava. Dói muito quando lembramos que um dia tivemos algo e isto nos foi violentamente roubado por um par de gente e coisas que nunca lhe perguntaram se você realmente desejava doar seu tempo a elas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Que violência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conviver com a falta de tempo é uma verdadeira violência. Sentimo-nos cansados. Carentes. Aprisionados por meio mundo de situações, coisas e pessoas. Os sonhos parecem tirar férias - quando não são eles, na verdade, que seqüestram o tempo e acabam o assassinando depois.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É uma verdadeira violência.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, talvez os sonhos, as coisas e as pessoas estejam certas em roubá-lo. Para quê queremos e reclamamos tanto por ele se não sabemos usá-lo? O desejamos irracionalmente, como desculpa para as faltas e falhas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acho que não invejo quem tem tempo. Só de vez em quando. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-1232058185859568928?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/1232058185859568928/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=1232058185859568928&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/1232058185859568928'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/1232058185859568928'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/10/chronus.html' title='Chronus'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-9014449898798683979</id><published>2008-10-23T22:08:00.005-03:00</published><updated>2008-10-24T00:39:54.201-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Boletim de ocorrência</title><content type='html'>&lt;p&gt;Pois, estou de volta. Após muito tempo sem dar as caras e quase ser linchada pelas duas Alines e a torcida do Flamengo, estou de volta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Não que o que eu escreva seja importante, mas, sabe como é. Madrinha tem que comparecer e dar satisfação.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acontece que essa brincadeira de jogar tudo para cima complica, porque, como já dizia a Física, a gravidade se encarregará de trazê-las de volta (e, a depender da distância que se jogue, pode vir com o dobro de velocidade e impacto). E tudo que eu joguei pra cima está caindo! Tive que segurar e largar o blog, só tenho dois braços. Acho que vou para a sinaleira, aprender os malabares, e assim equilibrar melhor as coisas.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fico feliz que nosso projeto seja motivo de inspiração e continuidade para nós que participamos e para os que estão de fora ainda. Peço desculpa àqueles que não consegui atender, estou tentando, de todo modo, fazer o melhor. Mas são muitas coisas  e todas não muito simples, e eu ainda não comprei minha máquina de xerox humana. Preciso me reproduzir osmoticamente já!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto isso, na UFBA...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-9014449898798683979?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/9014449898798683979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=9014449898798683979&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/9014449898798683979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/9014449898798683979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/10/boletim-de-ocorrncia.html' title='Boletim de ocorrência'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-2303878373216975941</id><published>2008-09-12T21:02:00.005-03:00</published><updated>2008-09-15T21:00:16.573-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>Só dando risada mesmo</title><content type='html'>Loucos são pessoas boas, já dizia uma professora minha. A questão é ter de pôr isso à prova momentos depois de escutar tamanha declaração de amor. Não que eu não goste de provar as coisas. Pelo contrário. Após iniciar a faculdade, comecei a gostar do método científico. Não sei de quem é a culpa, mas sei que é influência acadêmica, e, portanto, experimentar têm sido um bom passatempo e uma fonte de aprendizado. Mas há certas coisas as quais experimentar é desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda vez que saio tenho a impressão de que todos estão olhando para mim. Dizem que isso é normal em certa idade, mas acredito que não passará nunca. E incomoda. Assim, costumo andar ligeiramente, para que a situação não seja tão inconveniente. Só que o andar ligeiro, às vezes, agrava o momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo dia, ao ir para o trabalho, me deparo com a rotina acelerada do centro da cidade. O caminho é o mesmo, os sons também, e as pessoas, mesmo que diferentes, soam da mesma maneira. Todos correm. Todos trabalham. Ou estudam. Ou simplesmente andam. Alguns passeiam, outros dirigem. Há de tudo no centro da cidade, e mesmo com tudo que lá existe, ainda parece sempre igual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando por uma das vielas comuns daquela região, encontro um senhor, próximo a um carro, rindo muito. De longe era possível ouvir seu riso estridente e repetitivo. Parecia o Coringa. Segurava um panfleto de um candidato a vereador. Em época de eleição é até difícil distinguir pessoas normais das loucas, afinal, estas últimas aparecem demais na tv e nas ruas (hoje uma se deu o trabalho de me entregar o próprio &lt;em&gt;folder&lt;/em&gt;. Este tipo de louco é o chamado sofisticado). Passei por ele, desviando de suas passadas, desajeitadas. E ele continuava rindo, e dizia, bem alto, que continuaria rindo. Batia na foto do panfleto, e gargalhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação era, de fato, confusa. Não se sabia exatamente por que ele ria e cambaleava, mas, mesmo com tantas coisas a se ocupar, ele percebeu meu andar ligeiro, e resolveu cambalear atrás de mim. Com a mesma risada. Parecia um gravador. Comecei a achar, por osmose, que era comigo. E andei mais rápido. Ele também. A gargalhada parecia me seguir, como num pesadelo, que você corre, corre, corre e o monstro continua a lhe seguir. Bem verdade que ele não seguia tão bem, pois andava em zig-zag, mas sua voz estava cada vez mais perto, e as pessoas olhavam mais. Então seu vocabulário cresceu, e começou a injetar a palavra &lt;strong&gt;mulher&lt;/strong&gt;. Se eu achava que era comigo, passei a ter certeza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem, havia outras mulheres no local, mas como imaginar que, atrás de mim, rindo e falando "mulher", ele não queria alguma coisa comigo? Pensei em volver e rir com ele, mas iria me atrasar bastante. Acelerei o passo. Há muitas pessoas no centro da cidade, e eu trombei em quase todas, inclusive com um carteiro. Coitado. Ele gritou de uma maneira assustadora, acho que pisei em seu pé, ou derrubei suas cartas, não sei. Nessas horas, a educação tira férias. E eu só precisava me livrar daquele saco-de-risadas ambulante. E logo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu destino se aproximava, e aquela sensação de que nunca está chegando é terrível. Faltavam apenas alguns passos. Virei à esquerda, triunfante, e pude virar para trás. Ele seguiu, cambaleando, rindo, e falando mulher. Ladeira abaixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respirei fundo. Fui ao encontro dos colegas. Logo que me aproximei, todos já estavam rindo. Eu era a única que não ria. Saí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ao computador, precisava arrumá-lo. Quando o inicio, ele me presenteia com um &lt;em&gt;wallpaper&lt;/em&gt; de um boneco sorrindo. Desisti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente. Em certas épocas da vida torna-se difícil distinguir quem é o louco. Acabei rindo de mim, fugindo do que julgara antes. Louca.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-2303878373216975941?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/2303878373216975941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=2303878373216975941&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/2303878373216975941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/2303878373216975941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/09/s-dando-risada-mesmo.html' title='Só dando risada mesmo'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-5184693290548628247</id><published>2008-09-08T23:50:00.003-03:00</published><updated>2008-09-09T00:07:49.547-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Diário'/><title type='text'>Avessos</title><content type='html'>Cortar o dedo não é a coisa mais legal que uma pessoa pode conseguir fazer minutos antes de ir trabalhar. Principalmente quando o corte é feio, doloroso e te impede até de prestar atenção na aula de latim. Principalmente quando te atrasa para o trabalho. Principalmente quando não é só o dedo que dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente as coisas andam mais loucas do que o normal. Onde já se viu, eu, metida com um Dj, tocando numa mansão? Pois é a proposta para o domingo. Que eu saiba, sou uma designer de meia tigela, aspirante a "qualquer coisa formada em Letras" e musicista de garagem - pobre metida que mora na Liberdade. Mas, e daí? Dizem que as coisas começam assim mesmo. Nunca me imaginei dando aula, e, depois de fazer isso pela primeira vez, não me imagino longe do quadro. Quem sabe não longe dos palcos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-5184693290548628247?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/5184693290548628247/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=5184693290548628247&amp;isPopup=true' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/5184693290548628247'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/5184693290548628247'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/09/avessos.html' title='Avessos'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-2862702036439408272</id><published>2008-09-08T23:46:00.001-03:00</published><updated>2008-09-08T23:46:35.666-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>VOCABULUS BÉLICUS</title><content type='html'>Difícil encontrar palavras quando se é refém de algumas delas. Parece que quanto menos letras possuem, mais peso têm. O desespero de não poder conte-las quando deveria é devastador... Foge o que devia ficar enjaulado, faz-se com que as missões de paz pessoal se falhem. E vem a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que travamos guerras com nós mesmos? O efeito colateral das guerras geralmente não é bom. Brigar com as próprias dores e angústias nos dá esperança de vencê-las, dominá-las, conquistá-las. Mas e quando perdemos? Vem a miséria, e mais dor. É engraçado e trágico nos ver tão fracos diante de... palavras. E aqueles princípios que carregamos desde a infância vão embora. Ou se agravam de tal forma que nos impedem de crescer e, quem sabe, superar a guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizes palavras. Bem-aventurados os que sabem usá-las.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-2862702036439408272?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/2862702036439408272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=2862702036439408272&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/2862702036439408272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/2862702036439408272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/09/vocabulus-blicus_08.html' title='VOCABULUS BÉLICUS'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6062035444971292980.post-3702683746295176794</id><published>2008-09-08T23:41:00.003-03:00</published><updated>2008-09-08T23:46:54.785-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oficina'/><title type='text'>NARRANDO PARA NÃO DESAPARECER</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:78%;color:#ff0000;"&gt;TEXTO TIRADO ORIGINALMENTE DO BLOG LETRÔNICA, PROJETO PESSOAL ANTECESSOR AO OFICINA DE BLOG - &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.letronica.blogspot.com/"&gt;&lt;span style="font-size:78%;color:#cc9933;"&gt;HTTP://WWW.LETRONICA.BLOGSPOT.COM&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De maneira bem humorada, as personagens de Narradores de Javé, filme de Elliane Caffé, contam sua história para poder continuar existindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da possível destruição do vilarejo pela instalação de uma hidrelétrica, os habitantes percebem-se perdidos. A solução seria mudar-se. Mas para onde? E suas famílias, sua história? Sim, revolta. Pessoas simples, numa comunidade pobre e ínfima, perto de tanto poder dos engenheiros e das autoridades, prestes a perder a única coisa que tinham, não poderiam sentir outra coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por se tratar de um lugar pequeno e distante de cidades maiores, Javé não era visto com respeito nem pelos próprios moradores que, em sua maioria, eram analfabetos. Para convencer as autoridades, era necessário que o lugar tivesse algo de muito importante a ser preservado. Disso, restou-lhe a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que a história de Javé fosse um argumento válido, deveria estar documentada cientificamente. Assim, seriam levados em conta apenas fatos. Nesse cenário, surgiram dois problemas: onde encontrar os fatos e quem os documentaria. Dos habitantes, apenas um escrevia fluentemente, mas era odiado por ter utilizado este conhecimento em detrimento da imagem de alguns e benefício próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antônio Biá, porém, era o único capaz de executar a tarefa, que era a única alternativa do vale. Ciente da situação, aceitou o convite e foi em busca dos fatos. Com isso, surgiram os confrontos de informações: cada habitante contava a história de Javé de acordo com sua própria ótica. Se era mulher, contava a história sob a bravura das acompanhantes do fundador, Indalécio. Se era um idoso, este era parente direto do grande chefe. Se era africano, Indalécio virava Indaleu. Isso dificultava o trabalho de Antônio Biá, e o desestimulava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O senso comum, que, apesar de abranger experimentações é superficial, e, vindo de tantos ângulos diferentes, não configurava fatos. Sem isso, seria impossível salvar Javé. O método científico exige experimentação e também informações consistentes, para provar o experimento e permitir a documentação deste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Biá, pressionado, tomado pelo seu já enraizado senso de irresponsabilidade e descrente das histórias que ouvira, desistiu de documentar. Javé foi engolida pelas águas da hidrelétrica, restando apenas na memória daqueles que viveram por lá. A memória falada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6062035444971292980-3702683746295176794?l=oficinadeblogdatanna.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/feeds/3702683746295176794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6062035444971292980&amp;postID=3702683746295176794&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/3702683746295176794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6062035444971292980/posts/default/3702683746295176794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oficinadeblogdatanna.blogspot.com/2008/09/narrando-para-no-desaparecer.html' title='NARRANDO PARA NÃO DESAPARECER'/><author><name>Tássia Pellegrini (Tanna)</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01702360053059666331</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='28' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_i9zwYGJutyo/SMXK0t5dSrI/AAAAAAAAAAw/5p8uPqwigKk/S220/IMG_0011.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
